Bebê chorando - o que pode ser
12 de junho de 2018

Bebê chorando? Saiba o que fazer!

Uma das coisas que mais desestabilizam uma mãe é ver o seu bebê chorando. Só quem é mãe sabe o aperto no coração que dá quando as lágrimas escorrem do rostinho dele. Quando o choro se prolonga, então… dá até um aperto no coração! E quando ele acontece em local público ou em torno de outras pessoas, é comum surgir um desconforto ainda maior na mamãe.

A gente sabe que é difícil, mas, quer uma dica? Não se preocupe com o que os outros pensam a respeito do choro da sua criança. Bebês choram mesmo: é essa a forma que possuem para expressar seus sentimentos e vontades. E lembre-se: cada bebê é de um jeito. Uns choram mais e, outros, menos. Não perca tempo comparando o seu filho com outras crianças.

Agora, quer uma notícia boa? Existem alguns motivos principais que levam ao choro do bebê. Desvendaremos para você quais são agora mesmo. Na hora do aperto, pode ser que essas dicas te ajudem!

Bebê chorando: hora de comer

Parece óbvio, mas nada é óbvio quando o assunto é maternidade — ainda mais de primeira viagem. Você não tem obrigação de saber de tudo — mulheres têm mania de se culpar constantemente, mas você sempre faz o seu melhor, fique tranquila. Portanto, quando ver seu bebê chorando, verifique se não se trata da hora da refeição.

Ah, quando a questão é fome, é comum virem alguns comportamentos aliados, como:

  • Agitação;
  • Gemidos;
  • Ação de procurar o peito com a mãozinha e com a cabeça.

Fralda suja

Outra coisa que gera frequentemente o choro do bebê é a fraldinha suja de xixi ou cocô. Mas nem todos eles se incomodam com isso, ok? De qualquer maneira, é sempre bom dar uma olhadinha nisso, mesmo que você tenha trocado as fraldas há pouco tempo, pois ele pode ter sujado novamente.

Frio ou calor

Especialmente os recém-nascidos sentem muito frio. Eles amam locais quentinhos e aconchegantes. Já reparou que, mesmo em dias quentes, as mamães costumam agasalha-los? Isso é necessário, pois o sistema imunológico deles ainda é mais fraquinho. Eles também costumam chorar quando alguém troca a sua fralda, porque sentem frio.

De qualquer maneira, o bebê não gosta de sentir frio nem calor, assim como nós, adultos. Portanto, leve isso em consideração. Ah, e cuidado para não exagerar no agasalhamento. Eles não costumam reclamar do calor na mesma medida que reclamam do frio.

Arroto ou dor de barriga

Poucos sabem disso, mas o ar ingerido depois da mamada pode incomodar. Sendo assim, coloque-o na vertical e dê uns tapinhas de leve para ajudá-lo a liberar a barriguinha. Outro motivo muito comum, devido ao estado de formação do sistema digestivo, são as cólicas. Normalmente, eles costumam ficar vermelhinhos.

Além de solicitar ao pediatra dele um medicamento para confortar, você pode realizar uma massagem na barriguinha, colocar bolsa de água quente — verifique com muito cuidado a temperatura dele — e iniciar movimentos de pedaladas com as perninhas.

Dente vindo por aí

Quando você menos espera, seu neném, que era pequeninho, cresce rapidamente e, com isso, as novidades no corpo dele surgem, como o crescimento dos dentinhos. Esse processo incomoda muito os bebês, e costumam surgir entre os 4 e sete meses. Coloque o dedo nas gengivas para descobrir se eles estão “apontando”. Mordedores e géis anestésicos recomendados pelo pediatra são valiosos nesse momento.

Você ainda pode fazer uma massagem na gengiva: envolva o dedo em uma gaze embebida de água gelada e massageie.

Agora que você já sabe quais são as possíveis causas relacionadas ao bebê chorando, fique sempre atenta aos sinais! Mas, lembre-se, o acompanhamento aproximado do pediatra é importante caso você veja que os chorinhos do bebê estejam intensos.

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Dr. Bruno Scheffer

Médico Pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Master em Reprodução Humana Pela Faculdade de Medicina da Universidade de Valência (Espanha). Especialista em Medicina Reprodutiva pelo Instituto Valenciano de Infertilidade (Espanha). Editor chefe do Tratado de Reprodução Humana Assistida. Membro Editorial do Jornal Brasileiro de Reprodução Assistida. Membro do European Society of Human Reproduction and Embryology
Dr. Bruno Scheffer

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