Para recorrer a esse procedimento, é preciso que pelo menos uma das duas trompas femininas seja permeável ao espermatozóide, já que ele consiste no depósito do sêmen pós-preparo em laboratório no interior do útero da mulher.
Para maximizar os resultados, a Inseminação Artificial (IA) consta de três etapas: a estimulação dos ovários com medicamentos que induzem a produção de folículos; o preparo do sêmen, para escolher os espermatozóides móveis, aptos à fecundação; e a inseminação em si, que consiste em introduzir uma cânula de silicone através do colo uterino, para depositar a amostra de sêmen.
No IBRRA, a IA é realizada em dois dias consecutivos, em local próprio dentro da clínica e em alguns casos seletos, em um único dia. É um procedimento de baixa complexidade, sem necessidade de anestesia, que não provoca dano. A paciente permanece alguns minutos de repouso no Instituto e logo pode voltar às atividades habituais.
No IBRRA, se realiza a IA Homóloga, com sêmen do parceiro, e, em casos com os quais houver necessidade, a IA Heteróloga – com sêmen de doador. As chances de sucesso obtidas por nós nestes dois está em torno de 18 a 20% por ciclo.

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