Em casos específicos, o procedimento consiste em fazer um orifício na zona pelúcida (capa de glicoproteínas que envolve o pré-embrião), para facilitar o processo de eclosão do pré-embrião na hora de sua implantação no útero. Associada ao hatching, é feita uma delicada aspiração dos fragmentos das células, aumentando a capacidade de implantação do pré-embrião no útero em alguns casos.
Qualquer desordem funcional e/ou estrutural dessa capa provoca não só problemas durante a fecundação como também origina dificuldades ao impedir parcial ou totalmente a eclosão do pré-embrião, o que impossibilita totalmente a implantação no útero feminino. No IBRRA, os pré-embriões que apresentam mais de 25% de fragmentação passam pela remoção de fragmentos quando estes forem utilizados.
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