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FIV
- É o tratamento mais adequado quando a Inseminação Artificial
não resulta em gestação, se nenhuma das tubas uterinas é permeável,
em alguns outros casos de infertilidade feminina ou no caso
de infertilidade masculina.
Feita a opção por esse tratamento, cria-se uma planilha com
as datas e os medicamentos que serão utilizados, e como e quando
devem ser administrados. A paciente passa pela estimulação ovariana
exógena no próprio consultório, por meio de injeções subcutâneas,
durante 8 a 11 dias.
Com monitoramento por ultrassom e dosagens hormonais, sabe-se
o dia em que os folículos estão adequados, administra-se o último
medicamento e realiza-se, 36 horas depois, a punção dos folículos,
com a obtenção dos óvulos, no próprio IBRRA.
Enquanto se realiza a punção aspirativa dos óvulos, o parceiro
coleta o sêmen para que seja capacitado.
No Laboratório, os óvulos são avaliados quanto à qualidade e
tratados; e o sêmen, processado a fim de que se possa produzir
a fecundação.
Uma vez fecundados, os pré-embriões permanecem de dois a seis
dias no Laboratório, e então são transferidos para o útero através
de um fino cateter, introduzido até a cavidade uterina e guiado
por ultrassom, sem a necessidade de anestesia.
Os eventuais embriões excedentes são congelados a -196ºC e mantidos
no banco de embriões do Instituto.
Além da FIV clássica, o IBRRA
oferece em casos seletos, a FIV natural e semi natural. |
A Fecundação In Vitro em ciclo natural ou semi-natural (FIVNAT)
é o tratamento mais adequado quando a Inseminação Artificial
e/ou FIV clássica não resulta em gestação observando alguns
parâmetros como a idade feminina e os motivos de falhas dos
outros tratamentos.
Fazer uma FIVNAT significa realizar em laboratório a fecundação
entre o óvulo e o espermatozóide, sob condições estéreis,
a 37 graus de temperatura e a 5% de concentração de CO².
Esse procedimento consiste em estimulação hormonal (ciclo
semi-natural) ou sem estimulação hormonal (ciclo natural)
dos ovários após o recrutamento/seleção natural do óvulo seguido
de punção do óvulo com a lavagem do folículo (flushing), inseminação
deste gameta, cultivo do pré-embrião in vitro e transferência
embrionária.
Feita a opção por esse tratamento, cria-se uma planilha com
as datas e os medicamentos que serão utilizados, e como e
quando devem ser administrados. A paciente passa pela estimulação
ovariana exógena no caso do ciclo semi-natural no próprio
consultório. Através de injeções subcutâneas, em um período
de 3 a 4 dias, e monitoramento por meio de ultra-som e dosagens
hormonais, sabemos o dia em que o folículo está adequado,
administramos o último medicamento e realizamos, 34 horas
depois, a punção do folículo, com a obtenção do óvulo, no
próprio instituto.
No caso do ciclo natural, acompanha-se o crescimento natural
do folículo e quando estiver adequado, administramos o último
medicamento e realizamos, 34 horas depois, a punção do folículo
com a lavagem, com a obtenção do óvulo, no próprio instituto.
O procedimento dura de 5 a 7 minutos e a paciente permanece
na clínica durante cerca de 30 a 40 minutos, até receber alta.
Enquanto se realiza a punção aspirativa do óvulo, o parceiro
colhe o sêmen para que esse seja capacitado.
No laboratório, o óvulo é avaliado quanto à qualidade e tratado
de maneiras distintas (para FIV convencional ou com ICSI);
e o sêmen, processado a fim de que se possa produzir a fecundação.
Uma vez fecundado, o pré-embrião permanece de dois a seis
dias no laboratório, e então é transferido para o útero. A
transferência embrionária é realizada através de um fino catéter,
que é introduzido até a cavidade uterina, guiado por ultra-som
sem a necessidade de anestesia.
Os resultados obtidos com essa técnica variam de serviço para
serviço, mas no IBRRA se encontram acima de 10-15% por ciclo
transferido. A principal complicação é a punção branca ou
seja, a não obtenção do gameta feminino que pode ocorrer entre
15 a 40% dos casos.
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