R. Desembargador Jorge Fontana, 408 - 10º Andar . Belvedere - Belo Horizonte - MG - Brasil

Como chegar ao IBRRA? Clique aqui

+55.31 3286.8171 / 8432.7455

FECUNDAÇÃO IN-VITRO
 
FIV - É o tratamento mais adequado quando a Inseminação Artificial não resulta em gestação, se nenhuma das tubas uterinas é permeável, em alguns outros casos de infertilidade feminina ou no caso de infertilidade masculina.



Feita a opção por esse tratamento, cria-se uma planilha com as datas e os medicamentos que serão utilizados, e como e quando devem ser administrados. A paciente passa pela estimulação ovariana exógena no próprio consultório, por meio de injeções subcutâneas, durante 8 a 11 dias.

Com monitoramento por ultrassom e dosagens hormonais, sabe-se o dia em que os folículos estão adequados, administra-se o último medicamento e realiza-se, 36 horas depois, a punção dos folículos, com a obtenção dos óvulos, no próprio IBRRA.

Enquanto se realiza a punção aspirativa dos óvulos, o parceiro coleta o sêmen para que seja capacitado.

No Laboratório, os óvulos são avaliados quanto à qualidade e tratados; e o sêmen, processado a fim de que se possa produzir a fecundação.

Uma vez fecundados, os pré-embriões permanecem de dois a seis dias no Laboratório, e então são transferidos para o útero através de um fino cateter, introduzido até a cavidade uterina e guiado por ultrassom, sem a necessidade de anestesia.

Os eventuais embriões excedentes são congelados a -196ºC e mantidos no banco de embriões do Instituto.

Além da FIV clássica, o IBRRA oferece em casos seletos, a FIV natural e semi natural.


A Fecundação In Vitro em ciclo natural ou semi-natural (FIVNAT) é o tratamento mais adequado quando a Inseminação Artificial e/ou FIV clássica não resulta em gestação observando alguns parâmetros como a idade feminina e os motivos de falhas dos outros tratamentos.

Fazer uma FIVNAT significa realizar em laboratório a fecundação entre o óvulo e o espermatozóide, sob condições estéreis, a 37 graus de temperatura e a 5% de concentração de CO².

Esse procedimento consiste em estimulação hormonal (ciclo semi-natural) ou sem estimulação hormonal (ciclo natural) dos ovários após o recrutamento/seleção natural do óvulo seguido de punção do óvulo com a lavagem do folículo (flushing), inseminação deste gameta, cultivo do pré-embrião in vitro e transferência embrionária.

Feita a opção por esse tratamento, cria-se uma planilha com as datas e os medicamentos que serão utilizados, e como e quando devem ser administrados. A paciente passa pela estimulação ovariana exógena no caso do ciclo semi-natural no próprio consultório. Através de injeções subcutâneas, em um período de 3 a 4 dias, e monitoramento por meio de ultra-som e dosagens hormonais, sabemos o dia em que o folículo está adequado, administramos o último medicamento e realizamos, 34 horas depois, a punção do folículo, com a obtenção do óvulo, no próprio instituto.
No caso do ciclo natural, acompanha-se o crescimento natural do folículo e quando estiver adequado, administramos o último medicamento e realizamos, 34 horas depois, a punção do folículo com a lavagem, com a obtenção do óvulo, no próprio instituto.

O procedimento dura de 5 a 7 minutos e a paciente permanece na clínica durante cerca de 30 a 40 minutos, até receber alta. Enquanto se realiza a punção aspirativa do óvulo, o parceiro colhe o sêmen para que esse seja capacitado.

No laboratório, o óvulo é avaliado quanto à qualidade e tratado de maneiras distintas (para FIV convencional ou com ICSI); e o sêmen, processado a fim de que se possa produzir a fecundação.

Uma vez fecundado, o pré-embrião permanece de dois a seis dias no laboratório, e então é transferido para o útero. A transferência embrionária é realizada através de um fino catéter, que é introduzido até a cavidade uterina, guiado por ultra-som sem a necessidade de anestesia.

Os resultados obtidos com essa técnica variam de serviço para serviço, mas no IBRRA se encontram acima de 10-15% por ciclo transferido. A principal complicação é a punção branca ou seja, a não obtenção do gameta feminino que pode ocorrer entre 15 a 40% dos casos.