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DOAÇÃO DE ÓVULOS: O QUE É E COMO FUNCIONA

Doação Compartilhada de Óvulos“Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.” Cervantes

 

A Doação de Óvulos é uma opção para mulheres que não tem óvulos em quantidade e em qualidade adequadas, sendo um tratamento cada vez mais frequente na Reprodução Humana.

No Brasil, a doação de óvulos pode ser feita de duas formas:

  • Doação Compartilhada: a doadora e a receptora compartilham do material biológico e dos custos financeiros que envolvem a reprodução assistida.
  • Doação Voluntária de Óvulos: uma mulher com menos de 35 anos faz uma doação anônima, sem caráter comercial.

Para a doação de óvulos é necessário seguir algumas regras. No Brasil, a Reprodução Humana é regida pela Resolução nº 2.168/2017, do Conselho Federal de Medicina, pelo Código de Ética Médica, promulgado pelo mesmo Conselho, e pela Lei n° 11.105/05, conhecida como Lei de Biossegurança.

A lei estende a todo cidadão brasileiro o direito de usar as técnicas de reprodução assistida para ter um filho e obriga os médicos a informar, de forma clara e objetiva, as reais chances de acontecer com uso desses métodos. A única ressalva impeditiva é para mulheres com mais de 50 anos, que não podem recorrer às técnicas de reprodução assistida.

Ovulodoação: tire suas dúvidas

1) Quem pode doar e/ou receber óvulos?

Antes, só era permitida a doação compartilhada: uma mulher, com menos de 35 anos, em tratamento para engravidar podia doar parte de seus óvulos para outra mulher que também estivesse em tratamento, tudo de forma anônima. Nesse caso, a receptora poderia contribuir com parte ou todo o tratamento da doadora. Agora é possível fazer a doação voluntária de óvulos, em que uma mulher com menos de 35 anos faz a doação de forma anônima e sem caráter comercial.

2) Posso vender meus óvulos ou comprar óvulos de pessoas interessadas em doar?

A doação de óvulos nunca terá caráter lucrativo ou comercial.

3) A identidade das doadoras de óvulos e receptoras é preservada?

Obrigatoriamente será mantido o sigilo sobre a identidade dos doadores de gametas e embriões, bem como dos receptores. Em situações especiais, as informações sobre doadores, por motivação médica, podem ser fornecidas exclusivamente para médicos, resguardando-se a identidade civil do doador.

As clínicas, centros ou serviços que empregam a doação devem manter, de forma permanente, um registro de dados clínicos de caráter geral, características fenotípicas e uma amostra de material celular dos doadores, de acordo com a legislação vigente.

4) Qual a idade limite para quem deseja doar?

A idade limite para doação de gametas é de 35 anos para a mulher e 50 anos para o homem.

5) Existe algum outro motivo para preservar a identidade da doadora de óvulos?

Sim, na região de localização da clínica, o registro dos nascimentos evitará que um(a) doador(a) tenha produzido mais que duas gestações de criança de sexos diferentes numa área de um milhão de habitante.

6) Quem escolhe a doadora de óvulos?

A escolha das doadoras é de responsabilidade da clínica. Dentro do possível deverá garantir que a doadora tenha a maior semelhança fenotípica e imunológica e a máxima possibilidade de compatibilidade com a receptora.

Não será permitido ao médico responsável pelas clínicas, unidades ou serviços nem aos integrantes da equipe multidisciplinar que nelas trabalham participar como doador nos programas de reprodução assistida.

7) Quantos óvulos podem ser doados?

O número máximo de ovócitos e embriões a serem transferidos para a receptora não pode ser superior a quatro. Quanto ao número de embriões a serem transferidos, fazem-se as seguintes recomendações:

  1. a) mulheres com até 35 anos: até dois embriões;
  2. b) mulheres entre 36 e 39 anos: até três embriões;
  3. c) mulheres entre 40 e 50 anos: até quatro embriões;
  4. d) nas situações de doação de óvulos e embriões, considera-se a idade da doadora no momento da coleta dos óvulos.

8) Como funciona o tratamento de ovulodoação?

São 5 etapas:

  • 1 -Estimulação dos ovários da mulher que doará óvulos (doadora).
  • 2 – Captação destes óvulos por via vaginal.
  • 3 – Doação de parte (no caso da doadora também estar sendo tratada) dos óvulos para outro casal ou mulher.
  • 4 – Fertilização dos óvulos doados com os espermatozoides do casal receptor.
  • 5 – Transferência dos embriões formados para o útero da mulher receptora.

9 – Como é escolhida a doadora de óvulos?

A doadora é uma mulher com características únicas. Primeiramente, precisa ter boa quantidade e alta qualidade de óvulos. Depois, precisa ser avaliada com cuidado (histórico médico, exames de sangue e de imagem) e consentir que a doação de óvulos seja feita.

10 – Qual a diferença entre ovulodoação (doação de óvulos) e adoção?

Apesar de a adoção ser uma opção, existem diferenças importantes que tornam o tratamento com óvulos doados, único. A primeira é que a doadora apresenta características compatíveis com a receptora. A segunda é que há a participação genética do homem e fisiológica da mulher. A mulher que recebe óvulos vive toda gravidez e parto, é capaz de amamentar e sedimenta, intensamente, a ligação com o seu filho. Neste sentido, o tratamento com óvulos doados é positivo e gratificante.

Infelizmente, no Brasil, ainda há falta de doadoras. Isto ocorre por diversos motivos, mas o principal é a falta de informação. A doação pode ser uma ótima opção em algumas situações.

Um exemplo é quando a mulher tem muitos óvulos, mas não quer ter embriões congelados, por motivos religiosos, financeiros ou outros. Neste caso, uma parte dos óvulos poderia ser doada.

 

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